23/11/2009

Um Bocadinho da Nossa História: PREC-Quando um Governo faz Greve

Já alguma vez imaginaram um governo fazer greve? Sim suspender as suas funções, já aconteceu e foi em Portugal. Era primeiro ministro o Almirante Pinheiro Azevedo.


22/11/2009

A Ciência por quem a faz: Electrónica de Plástico

Um Bocadinho da Nossa História: "Comprativa"

"Comprativa"

Um Bocadinho da Nossa História: Almirante sem Medo

"...Vendo a situação entrar num impasse, com os trabalhadores a estenderem mantas e acenderem fogueiras para dormir e ficar ali por tempo indeterminado, Pinheiro de Azevedo veio à varanda apelar à dispersão, sob a promessa de estudar o caderno reivindicativo. Mas os manifestantes não o queriam ouvir, e gritavam e insultavam mal o primeiro-ministro abria a boca. "Fascista!", chamavam eles, e o "Almirante sem Medo" perdeu a paciência: "Fascista uma merda!" Ou na versão de outras testemunhas: "Vão todos bardamerda!"..."*

Contagem decrescente para uma guerra civil, Paulo Moura in Público

Ainda se lembram de como foi vivido o PREC (Projecto Revolucionário Em Curso) em Messines? Tentarei trazer aqui algumas histórias desses tempos. Para isso conto com a vossa ajuda: Fotografias, histórias, personagens, enfim, tudo o que tiverem por aí guardado no baú das memórias e queiram partilhar é bem-vindo.

21/11/2009

O que ando a ouvir: Tim Minchin

If You Open Your Mind Too Much, Your Brains Will Fall Out (Take My Wife)

If anyone can show me one example in the history of the world of a singlePsychic who has been able to prove under reasonable experimental conditions that they are able to read minds

And if anyone can show me one example in the history of the world of a singleAstrologer who has been able to prove under reasonable experimental conditions that they can predict events by interpreting celestial signs

And if anyone can show me one example in the history of the world of a singleHomeopathic Practitioner who has been able to prove under reasonable experimental conditions that solutions made of infinitely tiny particles of good stuff dissolved repeatedly into relatively huge quantities of water has a consistently higher medicinal value than a similarly administered placebo

And if anyone can show me just one example in the history of the world of a singleSpiritual or religious person who has been able to prove either logically or empirically the existence of a higher power that has any consciousness or interest in the human race or ability to punish or reward humans for there moral choices or that there is any reason - other than fear - to believe in any version of an afterlife

I’ll give you my piano, one of my legs, and my wife

Da Representação Humana da Natureza: Números

Na nossa escrita numérica usamos apenas 10 algarismos. Vão do 0 ao 9 e servem para representar a quantidade ou intensidade, de uma qualquer qualidade passível de ser representada numericamente.

Enquanto os símbolos que usamos para representar os algarismos são totalmente irrelevantes, já o seu número faz toda a diferença. O mais relevante é o número de algarismos diferentes que usamos na nossa escrita numérica.

Por convenção escrevemos na base dez. O serem dez algarismos diferentes estará por certo ligado aos dez dedos que temos nas mãos. Suponhamos então que em vez dos dez dedos, a raça humana tinha evoluído apenas com dois. Mantendo a mesma simbologia, agora numa numeração de base 2, os números 0 e 1 seriam exactamente idênticos aos que hoje usamos. Mas a partir daqui tudo seria diferente, reparem então na seguinte lista que mostra números escritos na base dez e, entre parêntesis, na base dois.

0 (0); 1 (1); 2 (10); 3 (11); 4 (100); 5 (101); 6 (110); 7 (111); 8 (1000); 9 (1001)....