Deixo-vos caso não tenham lido a interessante crónica de Ferreira Fernandes no DN
"
A desgraça ensina-nos muito
País que doou mais dinheiro ao Haiti? Os EUA. Normal, é gratidão - já explico. Segundo país? Itália. Itália, o segundo país do mundo a dar mais dinheiro ao Haiti? Bem, não foi bem dar, perdoou a dívida (55 milhões de dólares). O pobre do Haiti tem um terramoto devastador e o generoso do credor perdoa-lhe a dívida, é? Os haitianos vão comer o perdão? Não brinquem, as dívidas marcaram o Haiti - também já explico. Então, vamos lá às duas explicações. A primeira, sobre a gratidão dos EUA. O Haiti ficou independente, em 1804, depois de os antigos escravos terem corrido com a expedição militar francesa. Daí saíram duas boas consequências para a América. Os colonos brancos fugiram para Nova Orleães e introduziram uma das culturas, a do algodão, que construiu a sociedade americana. Por outro lado, derrotado no Haiti, Napoleão decidiu abandonar o Novo Mundo: vendeu ao desbarato o território da Louisiana aos EUA. Nesse dia, os EUA dobraram a superfície (diz-se que foi o melhor negócio da História). Fica explicada a gratidão. Em 1825, a França obriga o Haiti a pagar a independência, conseguida 20 anos antes: 150 milhões de francos-ouro (5 anos do orçamento da ilha). Pagar a dívida destruiu a economia do Haiti para sempre. Fica explicada a dívida. Os terramotos às vezes mostram-nos os caboucos do mundo.
Ferreira Fernandes, DN"
21/01/2010
17/01/2010
Homenagem a Carlos Paredes
Hoje apeteceu-me homenagear este grande Senhor da música Portuguesa.
Porquê? Poderão perguntar vocês.
Porque me apeteceu, responderei eu, se tal questão se puser.
Porquê? Poderão perguntar vocês.
Porque me apeteceu, responderei eu, se tal questão se puser.
O Remexido
Terminei as minhas férias de Natal em Messines, com um belo jantar no Remexido, a casa do Zé Piasca, situada em frente ao Teófilo.
Este post vai parecer um pouco de publicidade, mas desde já digo que não o é, trata-se somente de fazer justiça a quem a merece.
O Zé está feito um verdadeiro "expert" na arte da restauração. Excelente atendimento, com simpatia, espaço limpo e arranjado como deve ser e, acima de tudo, uma fantástica comida. Primeiro que tudo as entradas, com um belo queijo, paio e umas sardinhas albardadas, estavam divinais. Depois, da minha parte foi um Sargo grelhado, que estava excelente. Tudo bem regado com um branco fresquinho.
Desde já apontei na minha agenda, que na próxima vez que encontrar o manfarrico que aqui responde por “Serrenho”, iremos dar alegrias ao palato na casa do Zé Piasca.
Confidenciou-me o Zé, agora presidente da casa do Povo de Messines, que a instituição está a viver momentos algo complicados. Uma situação a merecer a atenção das forças vivas da freguesia e do concelho, que não devem esquecer o papel que a Casa do Povo tem hoje em dia na freguesia ao nível educativo.
Este post vai parecer um pouco de publicidade, mas desde já digo que não o é, trata-se somente de fazer justiça a quem a merece.
O Zé está feito um verdadeiro "expert" na arte da restauração. Excelente atendimento, com simpatia, espaço limpo e arranjado como deve ser e, acima de tudo, uma fantástica comida. Primeiro que tudo as entradas, com um belo queijo, paio e umas sardinhas albardadas, estavam divinais. Depois, da minha parte foi um Sargo grelhado, que estava excelente. Tudo bem regado com um branco fresquinho.
Desde já apontei na minha agenda, que na próxima vez que encontrar o manfarrico que aqui responde por “Serrenho”, iremos dar alegrias ao palato na casa do Zé Piasca.
Confidenciou-me o Zé, agora presidente da casa do Povo de Messines, que a instituição está a viver momentos algo complicados. Uma situação a merecer a atenção das forças vivas da freguesia e do concelho, que não devem esquecer o papel que a Casa do Povo tem hoje em dia na freguesia ao nível educativo.
(A casa do Povo de Messines)
12/01/2010
Center of Explanations.
Nas minhas deambulações por Messines dei com isto que aqui vêem:
Eu até percebo a ideia do autor, atrair para o seu centro de explicações algum Inglês menos avisado que por ali passe. Digo “menos avisado”, porque com esse “Center of Explanations” vai ser difícil apanhar algum.
Como este blog se dedica a puxar pela vila, sugiro fortemente que retire o dito “Center of Explanations” e o substitua por um “After School Studies”, pode ser que assim a coisa funcione.
Eu até percebo a ideia do autor, atrair para o seu centro de explicações algum Inglês menos avisado que por ali passe. Digo “menos avisado”, porque com esse “Center of Explanations” vai ser difícil apanhar algum.
Como este blog se dedica a puxar pela vila, sugiro fortemente que retire o dito “Center of Explanations” e o substitua por um “After School Studies”, pode ser que assim a coisa funcione.
Avatar
Antes de deixar Messines consegui ir ver o Avatar. O novo filme de James Cameron.
Recomendo vivamente que vão ver a versão 3D. Os efeitos tridimensionais estão simplesmente fantásticos. Tempo bem passado, sem dúvida.
Já o contrário é verdade para outro filme que fui ver, o 2012, sugiro vivamente que evitem este.
Recomendo vivamente que vão ver a versão 3D. Os efeitos tridimensionais estão simplesmente fantásticos. Tempo bem passado, sem dúvida.
Já o contrário é verdade para outro filme que fui ver, o 2012, sugiro vivamente que evitem este.
11/01/2010
Existe em Messines uma verdadeira singularidade do espaço–tempo. Um “Não Lugar”.
Durante a minha recente estadia em Messines percorri vezes sem conta a estrada que liga Messines ao Algoz. Como acredito que em tudo o que fazemos devemos procurar um lado positivo, comecei por puxar pela cabeça e tentar encontrar algo positivo em percorrer uma estrada completamente esburacada. Encontrei dois aspectos, mas estou certo que mais haverá.
O primeiro é que aquilo é bastante divertido, até já tinha arranjado um jogo e tudo. Consistia simplesmente em verificar se conseguia fazer o percurso sem cair em nenhum dos buracos, claro que a velocidade média a que conduzia ia aumentando à medida que cumpria com sucesso cada etapa. Consegui chegar bastante longe, estava satisfeito e cheguei mesmo a acreditar ter jeito para fazer o Dakar, mas, já para o fim, o nosso novo presidente da Junta de Freguesia (penso que foi ele) veio estragar-me a brincadeira, (começa mal este presidente, o do Algoz é muito mais divertido).
Não sei o que lhe passou pela cabeça, mas não é que o malfadado mandou tapar alguns dos buracos entre Messines e os Calvos. Assim num ápice, retirou para aí uns dez ou vinte à prova, aquilo ficou muito mais fácil e tive que recomeçar a contagem de novo. Uma maçada.
A outra vantagem que descobri foi o facto de ter observado em Messines a primeira singularidade do espaço-tempo de que há registo (pelo menos que eu saiba). Até lhe deram nome e tudo, chamam-lhe o Joinal.
O Joinal é um não-lugar, um sítio onde se pode estar e ao mesmo tempo não estar. Descobri mesmo que o mais complicado é lá estar, pelo menos no local onde a linha que une as placas de início e fim do Joinal cruza a estrada Messines-Algoz. As ditas placas estão tão bem alinhadas, que a dita linha faz uma perfeita perpendicular à estrada e assim, mesmo querendo, estar no Joinal é complicado, sobra sempre um bocado dos sapatos que não estando na linha também não está no Joinal.
Assim o engraçado é que pode-se estar e simultaneamente não estar no Joinal, pode-se também não-estar no Joinal (o que até frequentemente acontece) mas já estar no Joinal é bem mais complicado.
O primeiro é que aquilo é bastante divertido, até já tinha arranjado um jogo e tudo. Consistia simplesmente em verificar se conseguia fazer o percurso sem cair em nenhum dos buracos, claro que a velocidade média a que conduzia ia aumentando à medida que cumpria com sucesso cada etapa. Consegui chegar bastante longe, estava satisfeito e cheguei mesmo a acreditar ter jeito para fazer o Dakar, mas, já para o fim, o nosso novo presidente da Junta de Freguesia (penso que foi ele) veio estragar-me a brincadeira, (começa mal este presidente, o do Algoz é muito mais divertido).
Não sei o que lhe passou pela cabeça, mas não é que o malfadado mandou tapar alguns dos buracos entre Messines e os Calvos. Assim num ápice, retirou para aí uns dez ou vinte à prova, aquilo ficou muito mais fácil e tive que recomeçar a contagem de novo. Uma maçada.
A outra vantagem que descobri foi o facto de ter observado em Messines a primeira singularidade do espaço-tempo de que há registo (pelo menos que eu saiba). Até lhe deram nome e tudo, chamam-lhe o Joinal.
O Joinal é um não-lugar, um sítio onde se pode estar e ao mesmo tempo não estar. Descobri mesmo que o mais complicado é lá estar, pelo menos no local onde a linha que une as placas de início e fim do Joinal cruza a estrada Messines-Algoz. As ditas placas estão tão bem alinhadas, que a dita linha faz uma perfeita perpendicular à estrada e assim, mesmo querendo, estar no Joinal é complicado, sobra sempre um bocado dos sapatos que não estando na linha também não está no Joinal.
Assim o engraçado é que pode-se estar e simultaneamente não estar no Joinal, pode-se também não-estar no Joinal (o que até frequentemente acontece) mas já estar no Joinal é bem mais complicado.
(O Joinal, quando se vai de Messines para o Algoz. Reparem nas placas de início e fim do Joinal, a primeira do lado direito e a segunda ao lado esquerdo da estrada)
(O Joinal, visto na situação inversa. Vindo agora do Algoz.)
Estou de Volta.
Antes de mais as minhas desculpas a todos os que aqui vieram "bater" e nada encontraram durante os dias em que me andei a passear por Messines. Ao Paulo Silva, ao José Paulo e ao Nuno Cruz um obrigado especial pelos emails e/ou referências ao Messines-Alte nos seus blogs.
Um abraço também para o Bananas, para a HC e para o Carrasqueiro, o primeiro com votos de um bom, um excelente 2010 para todos.
Deixei para o fim o comentário da Gabriela Martins. O não mencionar do blog da casa museu João de Deus no meu post foi apenas um lapso. Não é verdade que só tenha referido os blogues de cariz politico, recordo-me que me referi também aos blogues (tem mais do que um) da HC e não são de cariz político.
Tem toda a razão que a cultura nem sempre é bem tratada pelo poder, já o “não dar votos” me deixa mais reticente em concordar consigo. Já agora aproveito para lembrar que temos nova vereadora da cultura, que até é de Messines e tudo, quem sabe a casa Museu e outras instituições da vila como a Sociedade e a Casa do Povo possam vir a tirar partido disso.
Um abraço também para o Bananas, para a HC e para o Carrasqueiro, o primeiro com votos de um bom, um excelente 2010 para todos.
Deixei para o fim o comentário da Gabriela Martins. O não mencionar do blog da casa museu João de Deus no meu post foi apenas um lapso. Não é verdade que só tenha referido os blogues de cariz politico, recordo-me que me referi também aos blogues (tem mais do que um) da HC e não são de cariz político.
Tem toda a razão que a cultura nem sempre é bem tratada pelo poder, já o “não dar votos” me deixa mais reticente em concordar consigo. Já agora aproveito para lembrar que temos nova vereadora da cultura, que até é de Messines e tudo, quem sabe a casa Museu e outras instituições da vila como a Sociedade e a Casa do Povo possam vir a tirar partido disso.
01/01/2010
Feliz Ano Novo de 2010
Após esta interrupção festiva, voltarei à actividade "postiva" em breve.
Para já, apenas um desejo, bom ano de 2010 para todos.
Para já, apenas um desejo, bom ano de 2010 para todos.
20/12/2009
Para se rirem um bocado.
Quem já viu, pode ouvir de novo. Quem ainda não ouviu, faça favor. É o meu presente de Natal para vocês.
Messines, Blogando.
Temos em Messines vários tipos de Blogs, há aqueles mais pessoais, é o caso do Mussiene e seus derivados, todos da Hélia Coelho e que valem bem uma cuidada visita. Vem depois o “No princípio era o Caos...” do estimado José Paulo de Sousa, assim mesmo sem o Dr. pois ele não gosta dessas coisas. Este é um ex-líbris da blogosfera local e gosto bastante de o ler, embora sempre que lá vou me interrogue sobre qual será o princípio a que ele se refere? Será o princípio do Blog? O Principio de Messines (antes de ele ter chegado à vila)? ou será antes o princípio do Universo?
Vêm depois os blogs de cáracter mais político, são os casos dos blogs do vereador Serpa, o 25 de Abril-sempre da Tânia Mealha e ainda o Blog do Paulo Silva, o Penedo, este é assim uma espécie de consciência moral do concelho, assim um Manuel Alegre a nível local.
Foi neste quadro que nasceu o Messines-Alte, esbracejando para se manter à tona e fazer face à forte concorrência, já conseguiu sobreviver dois meses (o que já não é mau) e pelos quais agradeço a todos quantos têm contribuído para este feito. Quando nasceu, um leitor perguntou-me o que pretendia com aquele blog. Nada! Respondi. E assim continua a ser. Posso no entanto hoje dizer, que já serviu para reencontrar pessoas com quem não falava há muito tempo e conversar com outras que não conhecia. Já não é mau. Direi mesmo que a haver algum objectivo este serve perfeitamente.
Feito o inventário dos blogs, vamos agora ao que verdadeiramente interessa. É que eu estou seriamente preocupado, muitos dos blogs que enumerei têm andando assim pela dose mínima, a meia-dose ou nem mesmo isso. Que se passa? Já nada têm nada para dizer? Mau. Vamos lá a dar ao dedos seus mandriões e ponham-se a escrever.
Entretanto via blog do vereador e correio da manhã, chegou-me a novidade que o mercado de Silves está em risco de encerramento pela ASAE. Tudo devido ao facto de a actual presidente da CM de Silves não ter feito em tempo útil as obras que lhe foram sugeridas há já dois anos. A situação está complicada, temos a Fábrica do Inglês, a promessa da escola primária de Messines e agora o Mercado de Silves.
Convenhamos que assunto não falta.
Vêm depois os blogs de cáracter mais político, são os casos dos blogs do vereador Serpa, o 25 de Abril-sempre da Tânia Mealha e ainda o Blog do Paulo Silva, o Penedo, este é assim uma espécie de consciência moral do concelho, assim um Manuel Alegre a nível local.
Foi neste quadro que nasceu o Messines-Alte, esbracejando para se manter à tona e fazer face à forte concorrência, já conseguiu sobreviver dois meses (o que já não é mau) e pelos quais agradeço a todos quantos têm contribuído para este feito. Quando nasceu, um leitor perguntou-me o que pretendia com aquele blog. Nada! Respondi. E assim continua a ser. Posso no entanto hoje dizer, que já serviu para reencontrar pessoas com quem não falava há muito tempo e conversar com outras que não conhecia. Já não é mau. Direi mesmo que a haver algum objectivo este serve perfeitamente.
Feito o inventário dos blogs, vamos agora ao que verdadeiramente interessa. É que eu estou seriamente preocupado, muitos dos blogs que enumerei têm andando assim pela dose mínima, a meia-dose ou nem mesmo isso. Que se passa? Já nada têm nada para dizer? Mau. Vamos lá a dar ao dedos seus mandriões e ponham-se a escrever.
Entretanto via blog do vereador e correio da manhã, chegou-me a novidade que o mercado de Silves está em risco de encerramento pela ASAE. Tudo devido ao facto de a actual presidente da CM de Silves não ter feito em tempo útil as obras que lhe foram sugeridas há já dois anos. A situação está complicada, temos a Fábrica do Inglês, a promessa da escola primária de Messines e agora o Mercado de Silves.
Convenhamos que assunto não falta.
(O tempo tá bera em Odemira)
19/12/2009
Um Bocadinho da Nossa História:Como Eu, um dia, ao comer túbaros, fui tomado por drogado ou coisa bem pior.
Um de nós deu os túbaros, quer dizer os túbaros não eram os do fornecedor, bem entendido, eram sim túbaros de porco e, além disso, já vinham previamente cozinhados. O mesmo benfeitor ofereceu também a casa para o repasto, esta localizada no Barrocal, o que forçou a uma deslocação (embora não muito longa) e que facilmente resolvemos.
Fomos em bando, a pé, naquele tempo carro era luxo que nenhum de nós ainda tinha, subimos a rua do cinema, passámos na Bernarda e descemos então pela “via romana” até ao Barrocal, onde noite fora, comemos os ditos túbaros e passámos um bom bocado na conversa.
Desde já confesso que não apreciei o repasto e cedo desisti, essencialmente por motivos psicológicos que não consegui ultrapassar. Mas tal facto não impediu que no dia seguinte, se comentasse pela praça: “Para onde será que iam os moços todos ontem à noite, faziam cá um barulho, aquilo só pode ser, droga ou paneleiragem.”
Fomos em bando, a pé, naquele tempo carro era luxo que nenhum de nós ainda tinha, subimos a rua do cinema, passámos na Bernarda e descemos então pela “via romana” até ao Barrocal, onde noite fora, comemos os ditos túbaros e passámos um bom bocado na conversa.
Desde já confesso que não apreciei o repasto e cedo desisti, essencialmente por motivos psicológicos que não consegui ultrapassar. Mas tal facto não impediu que no dia seguinte, se comentasse pela praça: “Para onde será que iam os moços todos ontem à noite, faziam cá um barulho, aquilo só pode ser, droga ou paneleiragem.”
Agora vamos a eles!
Como estas coisas devem ser ditas antes e não depois (mesmo em condições difíceis), aqui fica!
18/12/2009
Um Bocadinho da Nossa História: O CineTeatro João de Deus
Já aqui referi o Cine Teatro João de Deus, fi-lo a propósito de um comício do PPD que ocorreu no pós 25 de Abril, mas esse acontecimento, embora engraçado, não faz justiça ao nosso velho cinema. Basta lembrar que por volta de 1946 já havia cinema em Messines (tinham então apenas uma sessão semanal, aos domingos), para perceber que no contexto Messinense não estamos a falar de uma casa qualquer.
Claro que as minhas recordações do cinema não vão assim tão longe, mas é inegável que o cinema de Messines teve um papel importante na minha formação. Passei naquela casa excelentes momentos e tive nele a oportunidade de assistir a inúmeros filmes marcantes. Por esse motivo bastante contente fiquei, ao ver que o Meirim tinha “pegado” no cinema e assim impedido que encerrasse, tal como aconteceu por exemplo em Silves.
Na altura (e ainda hoje), o facto de muitos Messinenses não respeitarem o silêncio que é devido durante a projecção do filme, era coisa que me irritava solenemente. No entanto, hoje, quando me lembro da frase que tantas vezes ouvi ao João Figueiredo, farto-me é de rir. Acontecia quase sempre da mesma forma, sempre que ia ao cinema, se o João por lá andava, já sabia, a meio do filme alguém gritava “João, João!”, ou outra coisa qualquer e ele invariavelmente respondia:
Mais recentemente, foi também no cinema de Messines que vislumbrei um dos melhores momentos de publicidade que já alguma vez me foi dado a ler, vejam lá se não está lá tudo:
Quando há tempos vi o filme Cinema Paradiso, ver em baixo, foi do CineTeatro que me lembrei.
Claro que as minhas recordações do cinema não vão assim tão longe, mas é inegável que o cinema de Messines teve um papel importante na minha formação. Passei naquela casa excelentes momentos e tive nele a oportunidade de assistir a inúmeros filmes marcantes. Por esse motivo bastante contente fiquei, ao ver que o Meirim tinha “pegado” no cinema e assim impedido que encerrasse, tal como aconteceu por exemplo em Silves.
Na altura (e ainda hoje), o facto de muitos Messinenses não respeitarem o silêncio que é devido durante a projecção do filme, era coisa que me irritava solenemente. No entanto, hoje, quando me lembro da frase que tantas vezes ouvi ao João Figueiredo, farto-me é de rir. Acontecia quase sempre da mesma forma, sempre que ia ao cinema, se o João por lá andava, já sabia, a meio do filme alguém gritava “João, João!”, ou outra coisa qualquer e ele invariavelmente respondia:
“Espera aí que já cagas, o penico agora está cheio”.
Mais recentemente, foi também no cinema de Messines que vislumbrei um dos melhores momentos de publicidade que já alguma vez me foi dado a ler, vejam lá se não está lá tudo:
“Se quer chegar depressa ao destino, Táxi do Zé Faustino”
Quando há tempos vi o filme Cinema Paradiso, ver em baixo, foi do CineTeatro que me lembrei.
Façam o favor de ter um excelente Natal
I’m looking forward to Christmas
It’s sentimental I know, but I just really like it
I’m, I’m hardly religious
I’d rather break bread with Dawkins than Desmond Tutu to be honest
And yes I have all of the usual objections to consumerism
The commercialisation of an ancient religion
And the westernisation of a dead Palestinian
Press-ganged into selling PlayStations and beer
But I still really like it.
I, I really like Christmas
Though I’m not expecting a visit from Jesus
I’ll be seeing my dad
My brother and sisters, my gran and my mum
They’ll be drinking white wine in the sun
I’ll be seeing my dad
My sisters and brother, my gran and my mum
We’ll be drinking white wine in the sun.
I don’t go for ancient wisdom
I don’t believe just ’cause ideas are tenacious it means that they’re worthy
I get freaked out by churches
Some of the hymns that they sing have nice chords
But the lyrics are dodgy
And yes I have all of the usual objections to the mis-education of children forced into a cult institution
And taughted to externalise blame
And to feel ashamed
And to judge things as plain right and wrong
But I quite like the songs.
I’m not expecting big presents
The old combination of socks, jocks and chocolate is just fine by me.
‘Cause I’ll be seeing my dad
My brother and sisters, my gran and my mum
They’ll be drinking white wine in the sun
I’ll be seeing my dad
My sisters and brothers, my gran and my mum
They’ll be drinking white wine in the sun.
And you my baby girl
My jetlagged infant daughter
You’ll be handed round the room
Like a puppy at a primary school
And you’re too young to know
But you will learn yourself one day
That wherever you are and whatever you face
These are the people who’ll make you feel safe in this world
My sweet blue-eyed girl
And if my baby girl
When you’re twenty-one or thirty-one
And Christmas comes around
And you find yourself nine thousand miles from home
You’ll know whatever comes
Your brother and sister, and me and your mum
Will be waiting for you in the sun
Girl, when Christmas comes
Your brothers and sisters, your aunts and your uncles
Your grandparents, cousins, and me and your mum
Will be drinking white wine in the sun
We’ll be waiting for you in the sun
Baby, whenever you come
We’ll be drinking white wine in the sun
Waiting.
I, I really like Christmas
It’s sentimental I know.
17/12/2009
Governo aprova casamento homossexual.
"O Governo aprovou hoje a proposta de lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo."
in Expresso online
Acho Bem. Desde já digo nada ter a opor a tal decisão.Embora pense não ser esta a melhor altura para o fazer, há assuntos muito mais importantes a preocupar os portugueses.
in Expresso online
Acho Bem. Desde já digo nada ter a opor a tal decisão.Embora pense não ser esta a melhor altura para o fazer, há assuntos muito mais importantes a preocupar os portugueses.
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