Procura-se vereador Blogger, desaparecido da blogosfera desde o dia 21 de Setembro, data em que apareceu a pedir socorro, sem que ninguém, até agora, lhe tenha deitado a mão. A PJ já está em campo, mas mais uma vez, teme um pacto de silêncio, que inviabilize o desvendar do mistério.
Nota-Isto é apenas uma alfinetada, sem malícia, torno a dizer que o serviço prestado pelo vereador em causa tem os seus méritos. Ele é que nem sempre acerta na opção correcta, como o demonstra a agora tomada de posição em apoio do aumento do IMI.
25/09/2010
24/09/2010
Flávio com F de Folha, Supernova, Simplesmente Maria, Zé Satélite
Fazendo mais uma vez uso do direito que tenho em transformar comentários em Posts e vice versa, decidi , e com grande satisfação minha, transformar o comentário do Flávio, que acabei de receber, em Post.
"HC
a resposta à tua questão tardou mas pronto só hoje é que descobri este blog e este post
os Simplesmente Maria não eram de Silves, mas sim de Messines. A Silvia Benedito nunca cantou neste grupo, cantou num outro grupo de Silves (não me recordo do nome), que formou com o Danny Dias, o Estiveira e mais um ou dois (não me recordo muito bem de quem), esta banda apareceu depois dos SM e dos FFF.
Os Simplesmente Maria era formado (com toda a certeza) por:
Celine Verissimo - voz
Cocas (aka Carlos Rodrigues) - baixo
Tropa (aka Fernando da Ponte) - guitarra ritmo
Paulo (aka Petcha) - guitarra solo
Eduardo (este o unico de Silves) - Bateria
Outro grupo que alguns destes elementos formaram, também nesta altura, foi os Zé Satélite, projecto que juntava SM + FFF ou seja:
Celine - voz
Rui Farinha - guitarra
Petcha (ou seria o Cocas?)- baixo
Tropa (ou seria o Quim?) - bateria
deste grupo já não me recordo muito bem dos elementos que o formavam, já se passaram mais de 20 anos, enfim... Mas lembro-me que ainda deram alguns concertos em Faro e não sei quê mais, e a critica foi muito boa.
Obrigado Baião pelo post e por me fazeres recordar estes tempos
Abraço do Flávio com F de Foda, ups F de Folha)"
Obrigado Flávio, eu é que agradeço.
"HC
a resposta à tua questão tardou mas pronto só hoje é que descobri este blog e este post
os Simplesmente Maria não eram de Silves, mas sim de Messines. A Silvia Benedito nunca cantou neste grupo, cantou num outro grupo de Silves (não me recordo do nome), que formou com o Danny Dias, o Estiveira e mais um ou dois (não me recordo muito bem de quem), esta banda apareceu depois dos SM e dos FFF.
Os Simplesmente Maria era formado (com toda a certeza) por:
Celine Verissimo - voz
Cocas (aka Carlos Rodrigues) - baixo
Tropa (aka Fernando da Ponte) - guitarra ritmo
Paulo (aka Petcha) - guitarra solo
Eduardo (este o unico de Silves) - Bateria
Outro grupo que alguns destes elementos formaram, também nesta altura, foi os Zé Satélite, projecto que juntava SM + FFF ou seja:
Celine - voz
Rui Farinha - guitarra
Petcha (ou seria o Cocas?)- baixo
Tropa (ou seria o Quim?) - bateria
deste grupo já não me recordo muito bem dos elementos que o formavam, já se passaram mais de 20 anos, enfim... Mas lembro-me que ainda deram alguns concertos em Faro e não sei quê mais, e a critica foi muito boa.
Obrigado Baião pelo post e por me fazeres recordar estes tempos
Abraço do Flávio com F de Foda, ups F de Folha)"
Obrigado Flávio, eu é que agradeço.
É só fazer as contas...
Fiquei confuso ao ler o post do Paulo Silva no Penedo, atribuindo a falência da EPAALG ao dinheiro pago em indemnizações, não aos últimos directores, mas aos que foram substituidos pela agora direcção, esta sim, a responsável pelo encerramento da escola. Pelo menos foi isto que depreendi do texto....
É que me parece pouca parra, para tanta uva.....
É que me parece pouca parra, para tanta uva.....
23/09/2010
Crónica de uma Morte Anunciada.
Não! Não vou falar da defunta EPAALG. Mas sim de um assunto mais candente.
Tenho seguido com relativa atenção a novela que se tem vindo a desenrolar por estes dias no CM (já vai no terceiro episódio).Desde já aviso que a história tem por pano de fundo um incidente infeliz, a morte de um homem, pobre, que vivia sem eira nem beira, o que sempre é de lamentar. Mas o que me chamou a atenção para o caso, não foi tanto a história em si, mas o emergir de um protagonista inesperado, um herói ocasional e involuntário, que, como tantos outros que buscam os seus 15 minutos de fama, acabou por cair nas páginas deste tão nosso considerado jornal e até já foi à TVI, ou melhor a TVI foi até ele.
O primeiro episódio da saga, dava o contexto do que se iria seguir:
Morto à pancada por violar animais
Conhecido por roubar galinhas para actos sexuais, Jaime Pires do Ó, 68 anos, foi assassinado à porta de casa com golpes no peito e junto ao ânus. (in CM)
Jaime Pires do Ó foi encontrado ferido, perto de casa. A vítima, 68 anos, que vivia em condições miseráveis, morreu a caminho do hospital (in CM)
No dia seguinte, no segundo episódio, já se vê surgir, mas ainda em pano de fundo, o protagonista de que vos falava:
PJ teme pacto de silêncio (O Burro não fala)
População recorda ‘Jaime ovelha’ como violador de animais e de uma mulher. A sua morte “estava anunciada”, mas sobre o que aconteceu no dia em que foi assassinado, ninguém confirma ter visto ou sabido de alguma coisa anormal. (in CM)
Maria Fernandes junto ao burro que foi vítima do último ataque de ‘Jaime ovelha’
No episódio mais recente, o de hoje, já se vê o protagonista mais de perto, aqui até se vê o bicho a dar uma "passa".
PJ investiga dono de burro abusado
“Sei que suspeitam de mim, mas eu estou à vontade. Não fui eu que matei o Jaime”, garante ao CM José Gomes, o dono do animal sodomizado. (in CM)
José Pinto Gomes, dono do burro violentado, acredita que ninguém de Proença-a-Velha fez mal a ‘Jaime ovelha’ (in CM)
Para um romance de cordel, até não está mal, já para notícia ficam-me algumas reservas, mas não importa, aguardemos é por novos desenvolvimentos. Quem sabe o Burro até falará....isso sim seria notícia.
Tenho seguido com relativa atenção a novela que se tem vindo a desenrolar por estes dias no CM (já vai no terceiro episódio).Desde já aviso que a história tem por pano de fundo um incidente infeliz, a morte de um homem, pobre, que vivia sem eira nem beira, o que sempre é de lamentar. Mas o que me chamou a atenção para o caso, não foi tanto a história em si, mas o emergir de um protagonista inesperado, um herói ocasional e involuntário, que, como tantos outros que buscam os seus 15 minutos de fama, acabou por cair nas páginas deste tão nosso considerado jornal e até já foi à TVI, ou melhor a TVI foi até ele.
O primeiro episódio da saga, dava o contexto do que se iria seguir:
Morto à pancada por violar animais
Conhecido por roubar galinhas para actos sexuais, Jaime Pires do Ó, 68 anos, foi assassinado à porta de casa com golpes no peito e junto ao ânus. (in CM)
Jaime Pires do Ó foi encontrado ferido, perto de casa. A vítima, 68 anos, que vivia em condições miseráveis, morreu a caminho do hospital (in CM)
No dia seguinte, no segundo episódio, já se vê surgir, mas ainda em pano de fundo, o protagonista de que vos falava:
PJ teme pacto de silêncio (O Burro não fala)
População recorda ‘Jaime ovelha’ como violador de animais e de uma mulher. A sua morte “estava anunciada”, mas sobre o que aconteceu no dia em que foi assassinado, ninguém confirma ter visto ou sabido de alguma coisa anormal. (in CM)
Maria Fernandes junto ao burro que foi vítima do último ataque de ‘Jaime ovelha’
No episódio mais recente, o de hoje, já se vê o protagonista mais de perto, aqui até se vê o bicho a dar uma "passa".
PJ investiga dono de burro abusado
“Sei que suspeitam de mim, mas eu estou à vontade. Não fui eu que matei o Jaime”, garante ao CM José Gomes, o dono do animal sodomizado. (in CM)
José Pinto Gomes, dono do burro violentado, acredita que ninguém de Proença-a-Velha fez mal a ‘Jaime ovelha’ (in CM)
Para um romance de cordel, até não está mal, já para notícia ficam-me algumas reservas, mas não importa, aguardemos é por novos desenvolvimentos. Quem sabe o Burro até falará....isso sim seria notícia.
13/09/2010
A adopção de crianças por casais homossexuais
Quando iniciei esta segunda vida do Messines-Alte, fi-lo, já me disseram, escolhendo um tema fracturante, no caso, o casamento homossexual, de que me declarei a favor. Na altura afirmei também que mais tarde daria a minha opinião sobre a possibilidade de casais homossexuais virem a adoptar crianças.
Pois bem, penso ser chegada altura de cumprir o prometido.
Neste particular da adopção já não posso afirmar ser a favor. Pelo contrário tenho dúvidas, muitas, mas que penso serem legítimas.
Tenho dúvidas se a vivência de uma criança no seio de uma família homossexual, irá ou não condicionar a sua sexualidade. Eu sei que o mesmo se passa numa família heterossexual, nós, heterossexuais, condicionamos a sexualidade dos nossos filhos, pelos exemplos que damos, conversas que temos etc, mas esta situação eu considero legítima, por ser natural, no sentido em que natural é a sexualidade que conduz à reprodução e em última análise à sobrevivência da espécie. No caso homossexual já nada disto se passa, a sexualidade homo não tem por fim a reprodução mas sim o bem-estar do indivíduo, o que sendo legítimo, penso dever ser uma escolha livre e ponderada de cada um e, como tal, livre de qualquer condicionalismo.
Por último, eu sei que existem por aí uns estudos que afirmam não ter a vivência no seio de uma família homossexual qualquer influência na escolha sexual futura. Pode ser, mas permitam que vos diga, que tenho várias dúvidas sobre os estudos que referi. Estes são necessariamente estudos longos, e nos quais a quantidade de variáveis que podem influenciar a conclusão final será vasta, tão vasta que os tornará quase inúteis quando se trata de legislar em áreas tão sensíveis como esta e numa escala temporal tão curta.
Ney Matogrosso-Nunca vi rastro de cobra, Nem couro de lobisomem, Se correr o bicho pega, Se ficar o bicho come
Pois bem, penso ser chegada altura de cumprir o prometido.
Neste particular da adopção já não posso afirmar ser a favor. Pelo contrário tenho dúvidas, muitas, mas que penso serem legítimas.
Tenho dúvidas se a vivência de uma criança no seio de uma família homossexual, irá ou não condicionar a sua sexualidade. Eu sei que o mesmo se passa numa família heterossexual, nós, heterossexuais, condicionamos a sexualidade dos nossos filhos, pelos exemplos que damos, conversas que temos etc, mas esta situação eu considero legítima, por ser natural, no sentido em que natural é a sexualidade que conduz à reprodução e em última análise à sobrevivência da espécie. No caso homossexual já nada disto se passa, a sexualidade homo não tem por fim a reprodução mas sim o bem-estar do indivíduo, o que sendo legítimo, penso dever ser uma escolha livre e ponderada de cada um e, como tal, livre de qualquer condicionalismo.
Por último, eu sei que existem por aí uns estudos que afirmam não ter a vivência no seio de uma família homossexual qualquer influência na escolha sexual futura. Pode ser, mas permitam que vos diga, que tenho várias dúvidas sobre os estudos que referi. Estes são necessariamente estudos longos, e nos quais a quantidade de variáveis que podem influenciar a conclusão final será vasta, tão vasta que os tornará quase inúteis quando se trata de legislar em áreas tão sensíveis como esta e numa escala temporal tão curta.
Ney Matogrosso-Nunca vi rastro de cobra, Nem couro de lobisomem, Se correr o bicho pega, Se ficar o bicho come
12/09/2010
Os Vendedores de Livros
Neste verão contaram-me algumas histórias, bem agradáveis por sinal, passadas com vendedores de livros, demasiado, digamos, focados no seu trabalho. Um deles, tendo entrado num estabelecimento comercial da vila, recusou-se a sair, isto mesmo após de ter sido convidado pelo dono, que afirmava nada querer comprar.
Após ter visto no youtube a expulsão do advogado do Bibi, aquando da sua visita ao célebre apartamento na avenida das Forças Armadas, lembrei-me que este poderia ser um bom exemplo de como resolver situações semelhantes.
PS- O ensino do direito, não anda a ser bem tratado neste País, basta ver que não preparam um homem para aterragens em segurança.
Após ter visto no youtube a expulsão do advogado do Bibi, aquando da sua visita ao célebre apartamento na avenida das Forças Armadas, lembrei-me que este poderia ser um bom exemplo de como resolver situações semelhantes.
PS- O ensino do direito, não anda a ser bem tratado neste País, basta ver que não preparam um homem para aterragens em segurança.
07/09/2010
A EPAALG Fechou. Devemos Chorar?
Vai um clamor pelos meandros de Messines, digamos nos centros mais preocupados com o que se vai passando na vila , em relação à decisão de encerramento da Escola Profissional, pelo que li, em assembleia geral da associação proprietária da escola foi decidido o encerramento por 13 votos a favor contra 3 (mais duas abstenções).
O clamor que refiro, parece dever-se ao facto de muitos pensarem que Messines fica a perder ao não ter a escola e, que este é mais um degrau que a Vila desce em direcção ao destino, que parece inexorável, da degradação da qualidade de vida que oferece.
Não deixando eu de partilhar de alguns dos receios apontados, deixem-me dizer que também não penso exactamente da mesma forma que aqueles que já se manifestaram desapontados pelo encerramento.
Nestas situações, lembro-me de uma outra mais ou menos parecida, aquando da ambição de elevar Messines a concelho, tento sempre em primeiro lugar colocar a questão simples: Será merecido? Para que não fiquem dúvidas, digo desde já que a abertura de uma escola profissional em Messines e ligada à agricultura me parece de facto não só justificado como também merecido, mas o que pretendo saber agora é diferente, trata-se de saber se queremos a Escola aberta, apenas por ela se situar em Messines ou se a queremos a funcionar por que pensamos ser ela merecedora desse facto? Ttrata-se no fundo de saber se a qualidade da formação que prestava representava ou não uma mais-valia para a vila.
A resposta a estas questões está quase sempre ligada à falta de uma avaliação de qualidade. Em Portugal temos ainda um pavor mais ou menos patológico sobre tudo o que seja avaliação, isto incluindo a auto-avaliação, para muitos a palavra avaliar é sinónimo de punir, penso ser daí que advém este receio. Depois como gostamos todos de ser uns tipos porreiros, uns, os que o devem fazer, decidem não avaliar e, outros, os que deviam ser avaliados, respiram de alívio ou protestam quando se sentem ameaçados.
Aqui chegados, e pensando eu que a avaliação deve ser antes de mais uma excelente oportunidade para as instituições (e quem nelas trabalha) verificarem se estão a desempenhar o seu papel em condições e, caso não o estiverem, corrigirem a rota. Deixem que pergunte:
Que formação prestava a EPAALG? Foi submetida a uma avaliação por uma entidade externa e independente?
A EPAALG divulgava as actividades que desenvolvia, promovendo-se e promovendo a vila que a acolheu?
A direcção da escola alguma vez fez e tornou público relatórios de auto-avaliação do seu desempenho? E, em caso afirmativo, alguém os leu e questionou?
Quantos alunos frequentaram a EPAALG e quantos formou nos últimos 5 anos? De que regiões eram oriundos? Como evoluiu o rácio Aluno/Professor nos últimos 5 anos?
Que inserção tiveram estes formandos no mercado de trabalho? Que tipos de estágios lhe foram oferecidos? Que avaliação foi feita ao desempenho dos alunos?
Que acompanhamento e avaliação foi feita, por quem de direito, ao desempenho da direcção e do corpo docente da escola?
Poderia colocar muitas outras questões, mas de momento e reconhecendo o meu desconhecimento sobre a actividade da escola, arrisco a dizer que a indiferença com que o seu encerramento foi recebido na vila, encontrará resposta nalgumas das questões que deixo acima. Responda quem souber e o queira fazer.
Por mim parece-me que o encerramento da EPAALG tem muito mais culpados do que aqueles que se quer fazer crer.
O clamor que refiro, parece dever-se ao facto de muitos pensarem que Messines fica a perder ao não ter a escola e, que este é mais um degrau que a Vila desce em direcção ao destino, que parece inexorável, da degradação da qualidade de vida que oferece.
Não deixando eu de partilhar de alguns dos receios apontados, deixem-me dizer que também não penso exactamente da mesma forma que aqueles que já se manifestaram desapontados pelo encerramento.
Nestas situações, lembro-me de uma outra mais ou menos parecida, aquando da ambição de elevar Messines a concelho, tento sempre em primeiro lugar colocar a questão simples: Será merecido? Para que não fiquem dúvidas, digo desde já que a abertura de uma escola profissional em Messines e ligada à agricultura me parece de facto não só justificado como também merecido, mas o que pretendo saber agora é diferente, trata-se de saber se queremos a Escola aberta, apenas por ela se situar em Messines ou se a queremos a funcionar por que pensamos ser ela merecedora desse facto? Ttrata-se no fundo de saber se a qualidade da formação que prestava representava ou não uma mais-valia para a vila.
A resposta a estas questões está quase sempre ligada à falta de uma avaliação de qualidade. Em Portugal temos ainda um pavor mais ou menos patológico sobre tudo o que seja avaliação, isto incluindo a auto-avaliação, para muitos a palavra avaliar é sinónimo de punir, penso ser daí que advém este receio. Depois como gostamos todos de ser uns tipos porreiros, uns, os que o devem fazer, decidem não avaliar e, outros, os que deviam ser avaliados, respiram de alívio ou protestam quando se sentem ameaçados.
Aqui chegados, e pensando eu que a avaliação deve ser antes de mais uma excelente oportunidade para as instituições (e quem nelas trabalha) verificarem se estão a desempenhar o seu papel em condições e, caso não o estiverem, corrigirem a rota. Deixem que pergunte:
Que formação prestava a EPAALG? Foi submetida a uma avaliação por uma entidade externa e independente?
A EPAALG divulgava as actividades que desenvolvia, promovendo-se e promovendo a vila que a acolheu?
A direcção da escola alguma vez fez e tornou público relatórios de auto-avaliação do seu desempenho? E, em caso afirmativo, alguém os leu e questionou?
Quantos alunos frequentaram a EPAALG e quantos formou nos últimos 5 anos? De que regiões eram oriundos? Como evoluiu o rácio Aluno/Professor nos últimos 5 anos?
Que inserção tiveram estes formandos no mercado de trabalho? Que tipos de estágios lhe foram oferecidos? Que avaliação foi feita ao desempenho dos alunos?
Que acompanhamento e avaliação foi feita, por quem de direito, ao desempenho da direcção e do corpo docente da escola?
Poderia colocar muitas outras questões, mas de momento e reconhecendo o meu desconhecimento sobre a actividade da escola, arrisco a dizer que a indiferença com que o seu encerramento foi recebido na vila, encontrará resposta nalgumas das questões que deixo acima. Responda quem souber e o queira fazer.
Por mim parece-me que o encerramento da EPAALG tem muito mais culpados do que aqueles que se quer fazer crer.
Estou de volta.
Boas férias, bons amigos, excelente tempo. Tudo o que deixei para trás e a que já anseio voltar.
abraço a todos
abraço a todos
29/08/2010
Bela Noite
Juntámo-nos a 24 de Agosto. Foi bom o encontro e, como sempre ocorre nestas situações, o reviver de histórias de infância e juventude. Tomo a liberdade de me adiantar, reservem desde já o 24 de agosto de 2011 para o nosso próximo jantar.
Aqui fica a foto daquele a que alguém sem nome, já apelidou de “grupo do BNU”.
Aqui fica a foto daquele a que alguém sem nome, já apelidou de “grupo do BNU”.
02/08/2010
28/07/2010
Durham
(Durham, a Catedral)
Cidade do Nordeste de Inglaterra, onde tenho vivido nos últimos 7 anos. Conhecida acima de tudo pela Universidade, uma das mais antigas de Inglaterra - apenas Oxford e Cambridge são mais antigas – e pela sua exuberante Catedral, o ex-líbris da cidade, onde foram filmadas algumas cenas da saga Harry Poter. Durham, situada próximo de Newcastle, onde o nosso Eça de Queiroz passou algum do seu tempo como diplomata, é de facto uma pequena cidade rodeada de um verde semelhante ao da nossa Sintra, e uma elevada qualidade de vida. Um senão apenas, a falta de luz nos meses de Inverno que me deixa doido.
(replica do puxador da porta da Catedral)
A razão para vos estar a falar disto, não é porque tenha decidido repentinamente transformar-me em agente turístico, não. Trata-se apenas de vos introduzir no contexto para os próximos posts.Já agora e por ter falado em Eça, aproveito para vos dizer que o meu livro de cabeceira é neste momento o Crime do Padre Amaro, um excelente livro por sinal.
21/07/2010
17/07/2010
Leonel Borrela - À atenção da Sociedade de Instrução e Recreio Messinense
Na vida do Messines-Alte contam-se já alguns (vários) momentos que justificam largamente a sua existência. Hoje trago-vos mais um.
Fiquei imensamente satisfeito ao receber o comentário abaixo de Leonel Borrela.
“Que belos tempos esses dos anos 70. A sociedade recreativa era o lugar de convergencia de todo o povo messinense. Ainda cheguei a pintar um cenário enorme para as festividades que se realizaram em 75 ou 76. Há uma revista que o Zé Tó me ofereceu que testemunha esse cenário simbólico de grutas em tons de vermelho negro e amarelo, mais o campeonato de xadrez. Abraço grande e amigo de Leonel Borrela”
Não conheço o Leonel (permita que o trate assim), mas lembro-me do cenário que relata, em 75 ia eu nos meus 10 anos.
Excelente o seu trabalho , que podem apreciar na sua página.
Embora não tenha qualquer papel ou influência em tal assunto, deixo aqui o desejo de ver uma exposição do Leonel Borrela na Sociedade, agora renovada, e se possível incluindo alguns quadros sobre Messines. Que acharão disto o Leonel e a direcção da nova Sociedade Recreativa Messinense?
um abraço
Fiquei imensamente satisfeito ao receber o comentário abaixo de Leonel Borrela.
“Que belos tempos esses dos anos 70. A sociedade recreativa era o lugar de convergencia de todo o povo messinense. Ainda cheguei a pintar um cenário enorme para as festividades que se realizaram em 75 ou 76. Há uma revista que o Zé Tó me ofereceu que testemunha esse cenário simbólico de grutas em tons de vermelho negro e amarelo, mais o campeonato de xadrez. Abraço grande e amigo de Leonel Borrela”
Não conheço o Leonel (permita que o trate assim), mas lembro-me do cenário que relata, em 75 ia eu nos meus 10 anos.
Excelente o seu trabalho , que podem apreciar na sua página.
Embora não tenha qualquer papel ou influência em tal assunto, deixo aqui o desejo de ver uma exposição do Leonel Borrela na Sociedade, agora renovada, e se possível incluindo alguns quadros sobre Messines. Que acharão disto o Leonel e a direcção da nova Sociedade Recreativa Messinense?
um abraço
Sabias que.....
Recebi do Nuno Cruz o email que agradeço e transcrevo abaixo. E aproveito para deixar o seguinte:
Nunca percebi estes presidentes que após eleitos, voltam as costas a quem os elegeu.
As populações são e sempre serão, a razão última da existência de qualquer político, ou pelo menos assim o deveria ser. Custará muito, neste caso à Senhora presidente da CM de Silves, dedicar uma tarde do seu tempo, a cada dois meses, por exemplo, para a passar junto das populações, ouvindo os seus anseios, explicando o que faz ou a razão por que não se faz, os erros que se cometeram e que pretendem evitar? Eu não posso responder a esta questão, a senhora presidente, sim, pode, e devia fazê-lo.
Nunca percebi estes presidentes que após eleitos, voltam as costas a quem os elegeu.
As populações são e sempre serão, a razão última da existência de qualquer político, ou pelo menos assim o deveria ser. Custará muito, neste caso à Senhora presidente da CM de Silves, dedicar uma tarde do seu tempo, a cada dois meses, por exemplo, para a passar junto das populações, ouvindo os seus anseios, explicando o que faz ou a razão por que não se faz, os erros que se cometeram e que pretendem evitar? Eu não posso responder a esta questão, a senhora presidente, sim, pode, e devia fazê-lo.
“
sabias que:
messinense subiu de divisão...
campo messines é municipal...
não tem medidas pra se jogar...
faz-se obras... no campo do silves, que é privado.
sabias que:
a câmara é milionária...
faz-se uma ópera que só custa 100 mil euros
pra convidados.... pois
sabias que:
está por ai um emprestimo a vencer...
não há dinheiro para o pagar....
faz-se um empréstimo... simples
sabias que:
camião do lixo está roto.....
não tem condições pra funcionar, trabalhar
deixa um fedor , deixa cair o lixo e a água putrefacta
qual é o problema, depois lava.se a rua....
de certeza que sabias...
queres voltar pra ilha????
anda volta recebemos-te de braços abertos
abraços
“
10/07/2010
Sinal dos Tempos
Placa afixada nas paredes de um Pub em Inglaterra.
“Racismo”, sinais de uma sociedade que se demitiu do seu dever de educar, ou simples snobismo?
Vou pela segunda.
“Racismo”, sinais de uma sociedade que se demitiu do seu dever de educar, ou simples snobismo?
Vou pela segunda.
Working class hero
Relembrei John Lennon ontem, ao ver um documentário sobre o seu álbum “John Lennon Plastic Ono Band”, onde figuram músicas como “Mother”, “Isolation” e “God”, esta particularmente conhecida por conter a célebre frase, “o sonho acabou”, referindo-se aos Beatles.
Músico e poeta brilhante - a quem nem sempre é dado o devido destaque – Lennon merece ser ouvido com atenção.
“Working class hero”, uma das minhas músicas preferidas.
Músico e poeta brilhante - a quem nem sempre é dado o devido destaque – Lennon merece ser ouvido com atenção.
“Working class hero”, uma das minhas músicas preferidas.
As soon as your born they make you feel small,
By giving you no time instead of it all,
Till the pain is so big you feel nothing at all,
A working class hero is something to be,
A working class hero is something to be.
They hurt you at home and they hit you at school,
They hate you if you're clever and they despise a fool,
Till you're so fucking crazy you can't follow their rules,
A working class hero is something to be,
A working class hero is something to be.
When they've tortured and scared you for twenty odd years,
Then they expect you to pick a career,
When you can't really function you're so full of fear,
A working class hero is something to be,
A working class hero is something to be.
Keep you doped with religion and sex and TV,
And you think you're so clever and classless and free,
But you're still fucking peasents as far as I can see,
A working class hero is something to be,
A working class hero is something to be.
There's room at the top they are telling you still,
But first you must learn how to smile as you kill,
If you want to be like the folks on the hill,
A working class hero is something to be.
A working class hero is something to be.
If you want to be a hero well just follow me,
If you want to be a hero well just follow me
05/07/2010
Daniel Cohn-Bendit, a Grécia e todos nós.
Em Maio de 1968, tiveram lugar em Paris uma série de greves estudantis em universidades e escolas secundárias, dos confrontos resultantes da tentativa do governo de de Gaulle, para controlar a revolta, surgiu, ao contrário do que se pretendia, uma escalada do conflito, tendo-se generalizado a uma greve geral com ocupação de fábricas em toda França.

Destes acontecimentos emergiu Daniel Cohn-Bendit como figura de relevo.
Hoje deputado do parlamento europeu pelo partido ecologista. Cohn-Bendit tem-se revelado contra corrente e, contestado muitas das “verdades” expostas pelos diversos governos europeus.
Há dias dei com um vídeo dele, discursando sobre a crise financeira que afecta a Grécia e todos nós. Penso valer a pena ouvir e ler com atenção, (o vídeo vem legendado).
Elogio
Ando para fazer isto faz tempo. Decidi-me hoje.
Quero elogiar a atitude do vereador Serpa, ao “mostrar-se” e “mostrar-nos” no seu blog, o como e, o porquê de determinadas decisões serem tomadas no nosso concelho. Um belo serviço prestado a todas as gentes do concelho. Goste-se ou não da pessoa, aprecie-se ou não o estilo, a verdade é que o exemplo dado por Fernando Serpa deveria ser seguido por outros. Nada haverá melhor para a democracia do que a transparência.
Apetece dizer, Serpa-vereador, um blog com paredes de vidro.
Quero elogiar a atitude do vereador Serpa, ao “mostrar-se” e “mostrar-nos” no seu blog, o como e, o porquê de determinadas decisões serem tomadas no nosso concelho. Um belo serviço prestado a todas as gentes do concelho. Goste-se ou não da pessoa, aprecie-se ou não o estilo, a verdade é que o exemplo dado por Fernando Serpa deveria ser seguido por outros. Nada haverá melhor para a democracia do que a transparência.
Apetece dizer, Serpa-vereador, um blog com paredes de vidro.
01/07/2010
O Casamento Alegre
Alan Turing (1912-1954), um conceituado matemático inglês, célebre entre outras coisas, pelo seu papel no decifrar do código cifrado para trocar mensagens, utilizado pelos nazis durante a segunda grande guerra, e também pela sua contribuição para a ciência dos computadores, era “GAY”.
A sua homossexualidade foi descoberta após o final da guerra e Turing foi condenado por indecência, tendo-lhe sido dado optar entre a prisão ou a castração química, o que veio a preferir, tendo sido levada a cabo pela administração de hormonas femininas, que o desfiguraram e levaram ao suicídio.
O governo Inglês, em 2009, veio na pessoa do seu primeiro-ministro Gordon Brown apresentar publicamente desculpas pelo tratamento aplicado a Turing.
Tudo isto se passou há pouco mais de 50 anos, não foi na idade média, por incrível que possa parecer, há pouco mais de meio século, condenavam-se seres humanos pela sua homossexualidade.
Salvo as devidas distâncias, não deixo de pensar, neste episódio que relatei, sempre que vejo serem tomadas determinadas posições em oposição ao casamento homossexual
Sou totalmente a favor.
Nada eu vejo que justifique a oposição à união civil de dois seres do mesmo sexo, a não ser uma cultura assente nos valores da igreja católica, que não se inibe de interferir no que não deve e tende, uma vez mais, a dar razão ao provérbio:
“Bem prega Frei Tomás, faz o que ele diz, não faças o que ele faz.”
Fiquei por isso feliz por a lei ter sido aprovada e implementada.
Voltarei ao assunto, na próxima vez para abordar a possibilidade da adopção por casais homossexuais, sobre a qual, desde já digo, que tenho dúvidas.
A sua homossexualidade foi descoberta após o final da guerra e Turing foi condenado por indecência, tendo-lhe sido dado optar entre a prisão ou a castração química, o que veio a preferir, tendo sido levada a cabo pela administração de hormonas femininas, que o desfiguraram e levaram ao suicídio.
O governo Inglês, em 2009, veio na pessoa do seu primeiro-ministro Gordon Brown apresentar publicamente desculpas pelo tratamento aplicado a Turing.
Tudo isto se passou há pouco mais de 50 anos, não foi na idade média, por incrível que possa parecer, há pouco mais de meio século, condenavam-se seres humanos pela sua homossexualidade.
Salvo as devidas distâncias, não deixo de pensar, neste episódio que relatei, sempre que vejo serem tomadas determinadas posições em oposição ao casamento homossexual
Sou totalmente a favor.
Nada eu vejo que justifique a oposição à união civil de dois seres do mesmo sexo, a não ser uma cultura assente nos valores da igreja católica, que não se inibe de interferir no que não deve e tende, uma vez mais, a dar razão ao provérbio:
“Bem prega Frei Tomás, faz o que ele diz, não faças o que ele faz.”
Fiquei por isso feliz por a lei ter sido aprovada e implementada.
Voltarei ao assunto, na próxima vez para abordar a possibilidade da adopção por casais homossexuais, sobre a qual, desde já digo, que tenho dúvidas.
(BOY GEORGE The Crying Game)
30/06/2010
FÉNIX
Após uma longa paragem, que serviu acima de tudo para reflexão sobre o que queria fazer com este espaço, decidi reactivar a escrita no Messines-Alte.
Penso que irão sentir mudanças, desde logo no aspecto gráfico, depois na identidade que passa a ser clara e assumida e, finalmente, nos assuntos que serão abordados.
O Messines-Alte passará a ser um blog mais sério - mas sem no entanto pretender ser presunçoso - quero apenas que cresça, que se torne mais maduro e interventivo, passará por isso a abordar, dando a minha visão, temas que gosto de partilhar, mas também de discutir e sobre os quais tanto há para aprender. A discussão continuará aberta, e como sempre fiz, incentivo todos os que queiram, a participar.
Por último quero deixar um muito obrigado a todos quantos insistiram para que não o deixasse morrer.
um abraço
Baião
Penso que irão sentir mudanças, desde logo no aspecto gráfico, depois na identidade que passa a ser clara e assumida e, finalmente, nos assuntos que serão abordados.
O Messines-Alte passará a ser um blog mais sério - mas sem no entanto pretender ser presunçoso - quero apenas que cresça, que se torne mais maduro e interventivo, passará por isso a abordar, dando a minha visão, temas que gosto de partilhar, mas também de discutir e sobre os quais tanto há para aprender. A discussão continuará aberta, e como sempre fiz, incentivo todos os que queiram, a participar.
Por último quero deixar um muito obrigado a todos quantos insistiram para que não o deixasse morrer.
um abraço
Baião
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